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Poeme-se...
Para não se perder nas armadilhas dos vazios.
Para aliviar o sabor acre da existência,
para que sempre possa amenizar da vida, os dramas.
Para não atordoar-se da inutilidade do tempo estreito.
Para colorir de abstratos o prisma da crua realidade
Para encantar os óbvios de maviosidade.
Poeme-se...
Para não deixar despercebido: o fino véu
da beleza que cobre toda fealdade,
o doce alimento das idealizações.
Para que possa da simplicidade assombrar-se .
Para que em ti,
todas as luzes permaneçam acesas.
Poeme-se...
Lufague
