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Eu em espírito virtualizado
Habitando uma sublime dimensão
Saltando do mundo físico geográfico
Dando forma e liberdade ao desejo...
A julgar quebrando o enfadonho tédio
Transformando-me em abstrato
Na profanidade sagrada de autoconhecimento
Em busca desenfreada de uma melhor sorte...
Um deus avatar, a navegar em ondas globalizadas
Em devaneio contraditório da realidade
Na magia de uma nave, em estado de sonho
Em experiência ilusória de estar vivo
Cativado pelo mito da virtual imortalidade
Ou renascimento de uma modernidade
Que me transforma em divindade humana,
Ou será humana divindade?...
De uma fabulosa tecnologia]
Lufague
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
CORRUPÇÃO!
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Sou tal qual Midas...
Na ganância de um rei
Deliberadamente escolhido pelo povo
Tendo em essência o próprio dom da cobiça
Sou tal qual Midas...
Na ganância de um rei
No ardente desejo egoísta
De em ouro tudo transformar
Sou tal qual Midas...
Na ganância de um rei
Por julgamento, bem merecer a inanição
Por discordância da justiça divina,
Merecedor de peludas orelhas de burro!
Lufague.
Sou tal qual Midas...
Na ganância de um rei
Deliberadamente escolhido pelo povo
Tendo em essência o próprio dom da cobiça
Sou tal qual Midas...
Na ganância de um rei
No ardente desejo egoísta
De em ouro tudo transformar
Sou tal qual Midas...
Na ganância de um rei
Por julgamento, bem merecer a inanição
Por discordância da justiça divina,
Merecedor de peludas orelhas de burro!
Lufague.
domingo, 12 de junho de 2011
NAMORAR É...
Imagens Google
Namorar é apaixonar-se de predisposição, possuir-se
È encantar-se do outro, é agradar o outro de si.
É o entusiasmo do anseio acariciado...
É desmedido sôfrego desejo
É afeição sentida a cada toque de pele
É harmônica sensação de bem querer
É beijar suavemente à felicidade
É querer está sempre junto, colado em anexo
É sonhar flutuando à mesma nuvem...
É inclinação ao outro em profundo apego
É sempre lembrar o outro em sabor do pensamento
É mergulho de olhar no olhar, em doce cumplicidade
É relaxamento do espírito no gozo físico mutuo
É embeber-se de boas emoções...
É deixar embriagar-se no melhor dos sentimentos, namoro!
Namorar é...
Lufague
Namorar é apaixonar-se de predisposição, possuir-se
È encantar-se do outro, é agradar o outro de si.
É o entusiasmo do anseio acariciado...
É desmedido sôfrego desejo
É afeição sentida a cada toque de pele
É harmônica sensação de bem querer
É beijar suavemente à felicidade
É querer está sempre junto, colado em anexo
É sonhar flutuando à mesma nuvem...
É inclinação ao outro em profundo apego
É sempre lembrar o outro em sabor do pensamento
É mergulho de olhar no olhar, em doce cumplicidade
É relaxamento do espírito no gozo físico mutuo
É embeber-se de boas emoções...
É deixar embriagar-se no melhor dos sentimentos, namoro!
Namorar é...
Lufague
quarta-feira, 18 de maio de 2011
AMOR EM VESTES DE AMOR!
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Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo de ideologia romântica
Vesti-lo de sonhos desregrados
Vesti-lo de ilusão em miragem quimérica
Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo de perspectiva cultivada
Vesti-lo de desejos, de intencionalidade.
Vesti-lo de afagos, enlevo, encantamento.
Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo em enredo prazeroso, urdir seus trajes.
Vesti-lo de arte no entrelace dos sentimentos
Vesti-lo de minha admiração, sensibilidade.
Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo na composição de meu imaginário
Vesti-lo do estado de contemplação de minh’alma
Vesti-lo de situação ideal, onde tudo é perfeito.
[Vesti-lo na realidade sempre renovável de minha utopia...].
Lufague.
Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo de ideologia romântica
Vesti-lo de sonhos desregrados
Vesti-lo de ilusão em miragem quimérica
Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo de perspectiva cultivada
Vesti-lo de desejos, de intencionalidade.
Vesti-lo de afagos, enlevo, encantamento.
Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo em enredo prazeroso, urdir seus trajes.
Vesti-lo de arte no entrelace dos sentimentos
Vesti-lo de minha admiração, sensibilidade.
Quero meu amor em trajes de amor...
Vesti-lo na composição de meu imaginário
Vesti-lo do estado de contemplação de minh’alma
Vesti-lo de situação ideal, onde tudo é perfeito.
[Vesti-lo na realidade sempre renovável de minha utopia...].
Lufague.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
LAÇOS DE MATERNIDADE!
Imagem Google
Mãe traz o filho na retina
Em aconchego no útero do coração...
Sabe amar, mas sabe também questionar
Quando angustiada, discute com ardor e amor.
Ama o filho em absoluto sem restrições em seu pior
Saboreia em regozijo e alegria, o seu melhor.
Aprende junto, canta junto, sofre junto.
É amiga de mesma idade, é velha em sabedoria
Mostra o caminho que lhe parece certo a seguir
Mas só observa com zelo e carinho, sua livre escolha.
Entende que errar é tropeço, mas é também crescimento.
Mostra ao filho a realidade, mas deseja com veemência,
Que ele saboreie a ilusão da fantasia, vivencie a felicidade.
Em aperto e dúvidas do coração, torna-o livre para o mundo.
O fazendo ciente de seu sempre aconchegante ninho, ombro e colo.
Lufague
Mãe traz o filho na retina
Em aconchego no útero do coração...
Sabe amar, mas sabe também questionar
Quando angustiada, discute com ardor e amor.
Ama o filho em absoluto sem restrições em seu pior
Saboreia em regozijo e alegria, o seu melhor.
Aprende junto, canta junto, sofre junto.
É amiga de mesma idade, é velha em sabedoria
Mostra o caminho que lhe parece certo a seguir
Mas só observa com zelo e carinho, sua livre escolha.
Entende que errar é tropeço, mas é também crescimento.
Mostra ao filho a realidade, mas deseja com veemência,
Que ele saboreie a ilusão da fantasia, vivencie a felicidade.
Em aperto e dúvidas do coração, torna-o livre para o mundo.
O fazendo ciente de seu sempre aconchegante ninho, ombro e colo.
Lufague
quinta-feira, 28 de abril de 2011
ANTIEGO, RETRATO FALADO!
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Sou à negação a lhe acompanhar
Sou a sua dura criticidade
Sou idéia autodestrutiva a lhe escoltar
Sou convicção da antimudança
Sou à invalidez em seu acomodar
Sou sua curta visão de ser
Sou à dinâmica de sua burrice
Sou o seu medo atrelado ao acomodar
Sou seu verniz autodestruidor
Sou seu ego mergulhado na solidão
Sou sombras da sua incompetência
Sou seu principio de desprazer
Sou adorno de sua infelicidade
Sou seu... ANTIEGO!
Lufague
Sou à negação a lhe acompanhar
Sou a sua dura criticidade
Sou idéia autodestrutiva a lhe escoltar
Sou convicção da antimudança
Sou à invalidez em seu acomodar
Sou sua curta visão de ser
Sou à dinâmica de sua burrice
Sou o seu medo atrelado ao acomodar
Sou seu verniz autodestruidor
Sou seu ego mergulhado na solidão
Sou sombras da sua incompetência
Sou seu principio de desprazer
Sou adorno de sua infelicidade
Sou seu... ANTIEGO!
Lufague
domingo, 24 de abril de 2011
TEMPO DE PASCOA!
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Além do coelhinho, do ovo de chocolate,do vinho, do pão de coco,do bacalhau que são verdadeiras delícias. Existe o verdadeiro significado da Páscoa que é acima de tudo passagem, libertação, ressurreição, renovação. Independente de religião, a vida nos ensina a cada dia que ela é o próprio exercício de renovamento, nem sempre sabemos lidar com as mudanças,as transições, mas que são necessárias ,como crescimento, como desenvolvimento enquanto humanos. A vida é um ato continuo de nascimento e morte, e nesse intervalo temos nós, a oportunidade de nos libertarmos, nos renovarmos, nos recriarmos, nos reciclarmos e mudarmos o rumo e a direção, para melhor ou pior se assim entendermos.A Páscoa nos oferece esse momento de reflexão, como exemplo, o Cristo que se fez remir em prol da humanidade.Feliz Páscoa!
ACRÓSTICO.
P assagem pelo sofrimento, calvário de Jesus,
A scenção em ressurreição do Senhor,
S acrificio de Cristo, cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo.
C risto ressurreto, em seu tumulo vazio em celebração
O vos de Páscoa, em deliciosa simbologia de renascença.
A ssociada á imagem do coelho por sua fertilidade, que significa, renascimento.
Lufague
segunda-feira, 4 de abril de 2011
CASA DE POEMAS!
Iluminada é a casa de poemas
Sonhos brotam de suas nuas paredes
Na casa de poemas o impulso em abrangência
De sua vontade em inquietação repousante
Na casa de poemas o silencio é sossego
É sempre madrugada em afagos da imaginação
Os sentimentos perfumam as sensações
Emoções a pulsar em ardor das chamas...
Na casa de poemas o tempo se faz ideias
A vida se distingue no expresso do verbo
Na velocidade das pulsações de seu paradigma
Na fronteira do imensurável, no elo d’alma poesia.
Lufague
sábado, 26 de março de 2011
LIVRE- ARBÍTRIO!
Imagem Google.
Livre-arbítrio, força de poder
Ter direito a liberdade de indiferença
Agir sem motivos, oportunidade ter
Manifestação consciente da divergência.
Serei livre para sorrir
Se o meu espírito travesso permitir
Serei livre para chorar
Se a melancolia me maltratar.
Serei livre para confiar
Quando da decepção, souber lidar
Serei livre para ajudar
Quando da ingratidão me afastar.
Serei livre para vencer
Se o fracasso experimentar
Serei livre para acertar
Se o erro me completar
Serei livre para construir
Quando da demolição descobrir
Serei livre para sonhar
Quando a realidade me ultrajar
Serei livre para aprender
Quando o observar me pertencer
Serei livre para crescer
Quando em atitude me resolver.
Serei livre para amar
Quando de mim, me apaixonar
Serei livre para perdoar
Quando decidir, do intimo, o rancor livrar.
Serei livre para a beleza contemplar
Quando o terceiro olho, o sentimento, não se fechar
Serei livre para me libertar
Quando o tempo que aprisiona me autorizar.
Lufague
Livre-arbítrio, força de poder
Ter direito a liberdade de indiferença
Agir sem motivos, oportunidade ter
Manifestação consciente da divergência.
Serei livre para sorrir
Se o meu espírito travesso permitir
Serei livre para chorar
Se a melancolia me maltratar.
Serei livre para confiar
Quando da decepção, souber lidar
Serei livre para ajudar
Quando da ingratidão me afastar.
Serei livre para vencer
Se o fracasso experimentar
Serei livre para acertar
Se o erro me completar
Serei livre para construir
Quando da demolição descobrir
Serei livre para sonhar
Quando a realidade me ultrajar
Serei livre para aprender
Quando o observar me pertencer
Serei livre para crescer
Quando em atitude me resolver.
Serei livre para amar
Quando de mim, me apaixonar
Serei livre para perdoar
Quando decidir, do intimo, o rancor livrar.
Serei livre para a beleza contemplar
Quando o terceiro olho, o sentimento, não se fechar
Serei livre para me libertar
Quando o tempo que aprisiona me autorizar.
Lufague
segunda-feira, 21 de março de 2011
OUTONO!
Imagem Google
Tempo em que as folhas maduras,
Ao vento lançam-se em voos...
Amena é a temperatura que chega
Na melodia dos ventos.
As arvores misteriosamente despem-se
As andorinhas em pipilar se vão...
Não há abandono, há preparo, recomeço.
Em tons vermelhos e cobres.
Os sentimentos mesclam-se
Entre nostalgia e melancolia
Porque dorida se faz toda separação
Mas necessária é a reciclagem do outono!
Lufague
Tempo em que as folhas maduras,
Ao vento lançam-se em voos...
Amena é a temperatura que chega
Na melodia dos ventos.
As arvores misteriosamente despem-se
As andorinhas em pipilar se vão...
Não há abandono, há preparo, recomeço.
Em tons vermelhos e cobres.
Os sentimentos mesclam-se
Entre nostalgia e melancolia
Porque dorida se faz toda separação
Mas necessária é a reciclagem do outono!
Lufague
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
AMOR PARA RECOMEÇAR...
Imagem Google
Meu amor é maior dos sentimentos
Mas, também reconhece suas afetivas carências.
Precisa de aconchego, carinho e liberdade.
Precisa de uma pitada de inquietação e só assim pulsa...
Sabe-se desorganizado, se estressa, se atrita.
E com isso, cava espaço para magoas e até ressentimentos.
Namora com o segredo, tem um caso com a duvida.
E sente-se inebriado motivado por mistérios...
Sonha com a fantasia, mas, sobrevive de bom senso.
Comunga com educação, carinho e romance
Espreita a realidade como perspectiva...
E na justa medida flerta com a ilusão, à expectativa.
Sente-se feliz porque se alimenta de próprios recursos
É responsável por si, não se culpa nem culpa ninguém.
É conciliado com sua sombra, seu lado escuro.
E reconhece neles a capacidade de se modificar.
Não precisa de convicção inflexível
Nem de mascaras que grudam à essência
Não exige reciprocidade por ter domínio de si
Por isso, compartilha e não se despersonaliza.
Meu amor é o Próprio...
Lufague
Meu amor é maior dos sentimentos
Mas, também reconhece suas afetivas carências.
Precisa de aconchego, carinho e liberdade.
Precisa de uma pitada de inquietação e só assim pulsa...
Sabe-se desorganizado, se estressa, se atrita.
E com isso, cava espaço para magoas e até ressentimentos.
Namora com o segredo, tem um caso com a duvida.
E sente-se inebriado motivado por mistérios...
Sonha com a fantasia, mas, sobrevive de bom senso.
Comunga com educação, carinho e romance
Espreita a realidade como perspectiva...
E na justa medida flerta com a ilusão, à expectativa.
Sente-se feliz porque se alimenta de próprios recursos
É responsável por si, não se culpa nem culpa ninguém.
É conciliado com sua sombra, seu lado escuro.
E reconhece neles a capacidade de se modificar.
Não precisa de convicção inflexível
Nem de mascaras que grudam à essência
Não exige reciprocidade por ter domínio de si
Por isso, compartilha e não se despersonaliza.
Meu amor é o Próprio...
Lufague
domingo, 30 de janeiro de 2011
ENTRE O VERMELHO E O LARANJA, À LUMINOSIDADE!
Imagem Google.
Sempre vejo na luminosidade
da coloração purpúrea vespertina,
mais que um ocaso do Sol.
Nela sinto a quietude do crepúsculo
A rotina serena e o aroma suave
Como um borbulhar da sopa no fogão
Em fino preparo...
[das mãos de amor de minh’avó]
Alimento em cálice da vida...
Na quase noite, sinto o aconchego do lençol
de estrelas que se anuncia e promete...
A nostalgia impregnada de sol ainda cálido
Na retina cor-de-rosa, no céu azul/laranja...
Lufague
Sempre vejo na luminosidade
da coloração purpúrea vespertina,
mais que um ocaso do Sol.
Nela sinto a quietude do crepúsculo
A rotina serena e o aroma suave
Como um borbulhar da sopa no fogão
Em fino preparo...
[das mãos de amor de minh’avó]
Alimento em cálice da vida...
Na quase noite, sinto o aconchego do lençol
de estrelas que se anuncia e promete...
A nostalgia impregnada de sol ainda cálido
Na retina cor-de-rosa, no céu azul/laranja...
Lufague
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
AUTOEROSTISMO, A MÃO QUE MASTURBA!
Imagem Google
O anseio em absorção,
desregramento
Corpo gentil, pátria minha
Mãos em suavidade, na medida certa
do sôfrego toque...
Lúdico profano ato.
Solitário amor próprio,
ou mútuo.
Não há “desordem moral”
só reprimidas idéias...
em generosa liberalidade.
Há o sorver do estimulo
prazeroso
desse ludismo,
em descomunal, natural
erótico sentimento.
Lufague
domingo, 16 de janeiro de 2011
FORÇA FEMININA, COADJUVANTE DA FÉ!
D'aVinci, Google
Eu mulher, Eva, responsabilizada pela culpa.
Eu Maria, imaculada, resignada mãe do Amor.
Eu Maria Madalena, anunciadora da ressurreição
Eu Papisa Joana, brilhante e desmascarada.
Eu Joana D’Arc. por heresia queimada...
Eu madre Teresa, missionária da caridade
Eu simples mulher, não participante de apostolados
Eu mulher devota, proibida de consagrar hóstia,
De ungir enfermos, atender confissões...
Eu mulher por gesto ativa da igreja, sem respaldo bíblico,
Impedida que se faça, da cristã ordenação!
Lufague
Eu mulher, Eva, responsabilizada pela culpa.
Eu Maria, imaculada, resignada mãe do Amor.
Eu Maria Madalena, anunciadora da ressurreição
Eu Papisa Joana, brilhante e desmascarada.
Eu Joana D’Arc. por heresia queimada...
Eu madre Teresa, missionária da caridade
Eu simples mulher, não participante de apostolados
Eu mulher devota, proibida de consagrar hóstia,
De ungir enfermos, atender confissões...
Eu mulher por gesto ativa da igreja, sem respaldo bíblico,
Impedida que se faça, da cristã ordenação!
Lufague
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