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Amo-te Brasil, mas, meu amor não é incondicional
Quisera eu, tudo ser mais fácil na vida de nossa sofrida e alegre gente.
Mas, parece tão difícil conciliar esse desejo de querer fazer e poder realizar.
Amo-te Brasil, mas, meu amor não é incondicional
Reconheço tua conivência e benevolência,
aos desertores da construção de nossa vã ilusão,
só querem em tudo levar vantagens e na própria usura e cobiça,
se tornam algozes e vazios, mas, não estão nem ai...
Amo-te Brasil, mas, meu amor não é incondicional
Sei bem que és um país desigual, crescente em tua violência
Tuas imensas chagas fétidas e doridas sangram,
de teu peito vazio, desprovido e ainda tão juvenil.
Amo-te Brasil, mas, meu amor não é incondicional
bem reconheço que ainda acolhes em teu berço esplendor,
argamandéis, vigaristas, perdulários que de ti empanzinam-se.
Amo-te Brasil, mas, meu amor não é incondicional
Quando em tuas descoradas vestes, verde/amarela/azul e branca
No se fantasiar de “país das delícias” de futebol à carnavais
Na imensidão de teu atlântico de lentidão e negligências
Amo-te Brasil, mas meu amor não é incondicional
Quando meus olhar em inflexões do observar,
não consegue enxergar em ti, somente poesia!
(Lufague)
terça-feira, 22 de abril de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
Infância roubada...
Foto:Mio Cade Photography
Enquanto criança, sou desesperança.
Fruto do sistema corrupto/injusto
Que indiferente macula-me o espírito
de cinza carvão e desencanto.
Em minha pueril submissão,
sou usada como fonte de recursos.
Até à exaustão roubam-me o ânimo
Em troca me oferecem a sobrevivência.
Sou filha da desorganização que explora,
Ou da comum exploração organizada.
Assim matam-me a meninice...
Meus sonhos estão perdidos nos canaviais.
Em forno quente, queima' minha puerícia,
o brilho dos olhos, minhas lúdicas fantasias.
Inexperta, não consigo entender...
Todas as minhas prerrogativas esquecidas.
Na inclemência de algum pseudo estatuto.
...assim, no acaso da desventura sigo na vileza do tempo,
na crueldade da vida, na desumana incivilidade.
Lufague
21/03/2014
Enquanto criança, sou desesperança.
Fruto do sistema corrupto/injusto
Que indiferente macula-me o espírito
de cinza carvão e desencanto.
Em minha pueril submissão,
sou usada como fonte de recursos.
Até à exaustão roubam-me o ânimo
Em troca me oferecem a sobrevivência.
Sou filha da desorganização que explora,
Ou da comum exploração organizada.
Assim matam-me a meninice...
Meus sonhos estão perdidos nos canaviais.
Em forno quente, queima' minha puerícia,
o brilho dos olhos, minhas lúdicas fantasias.
Inexperta, não consigo entender...
Todas as minhas prerrogativas esquecidas.
Na inclemência de algum pseudo estatuto.
...assim, no acaso da desventura sigo na vileza do tempo,
na crueldade da vida, na desumana incivilidade.
Lufague
21/03/2014
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