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sexta-feira, 7 de março de 2014

Habita em mim uma mona...

                                                   Imagem Google(releitura da Monalisa)



Habita em mim, uma mona!
Não a mona Da Vinci, de sorriso enigmático, obra prima da eternidade.
Habita em mim, a mona simples mulher!
Não a mona Amélia de Ataulfo Alves e Mário Lago,
que aceita toda sorte de privação sem reclamar, por seu homem amar.
Habita em mim, uma mona simples mulher!
Mas ciente de deveres e direitos, atenta a defender a jus de outra qualquer.
Habita em mim, a mona mulher dedicação!
Dotada de sentimentos femininos, carinho compreensão.
Habita em mim, a mona dona, não a “Dona” título honorífico real,
mas a que tem domínio, senhora bonita de alguma coisa,

dona mãe, dona amante, dona mulher.
Habita em mim, uma mona!
Não como a “mulher de Cesar” com imperial reputação inatacável.
Mas, como a mona mulher comum guerreira, ativa.
Que chora seus medos, ama seus afetos e enfrenta seus embates de vida.
Habita em mim, uma mona!
Não a fêmea do mono, nem a boneca de pano feita de ilusão,
mas a mulher prenhe de sentimentos e pronta a luta travar,
em sua própria razão e emoção. 
Lufague 



sábado, 15 de fevereiro de 2014

Fragmentos de ti...

Imagem Google 




Amo-te, a cada nascer da noite.
Quando tua ausência baila ao vento
e tua suave fragrância se espalha.
Em ela te vejo, te cheiro, te ouço, te sinto.
Amo-te, quando teus fragmentos
me preenchem em cópula a memória,
e a tua satisfação em mim, aflora.
Amo-te quando a frequente saudade
balsâmica de ti, invade-me.
Embevecida nesse infinito desejo e prazer,
amo-te.
Tal intensidade, consciente em mim,
desse humano privilégio!
Lufague.

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