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sábado, 15 de setembro de 2012

NA APATIA DO SOL...

                                         Imagem Google

Nascemos puros como uma flor de lótus.
Frágeis /fortes e fecundos...
Filhos da luminosidade plena do mistério.
Vivemos glórias, misérias, flagelos, delícias...
Em um tempo condensado de brevidade/monotonia
Enlevados de vaidades, verdades e ou ilusões.
Mergulhados em lapsos da alienação de uma invulnerabilidade eterna.
Encantados de amores, cores, felicidades, quimeras.

[Velozes centelhas da efemeridade]

Porém nossa existência é resoluta,
Seu mais certo objetivo: o leal pacto com o escárnio da fatalidade
Quando na apatia do sol descorado,
Esmaecemos na inevitabilidade.

                                                                     Lufague 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ÚNICA ALTERNATIVA.

                                           Imagem Google



Caminho nas interfaces do ciclo lunar
As borboletas revestem meus pés.
Meus pensamentos são coisas...
O manto azul que me envolve,
 Decorre da ocasião que me cerca.
Meu coração é sol, luz de felicidade, é solto,
Tão solto quanto o poder presumido das palavras...
Sou vulnerável à realidade que pisa o prego,
Ofende, magoa, segrega toxinas...
Mesmo sendo ela necessária cotidianidade,
Para que em combate, possa ser transformada antitoxinas.
 Tenho minha vitalidade extraída dos sonhos,
Da esperança servida em doses diárias.
Para mim, os segredos, os grandes enigmas,
Os mistérios são métodos sem irremediável conclusão.
Para sair da obscuridade só me é apresentada uma única alternativa:
O Tempo!

Lufague

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