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sábado, 31 de julho de 2010

NO ACME, À PEQUENA MORTE



Refaço-me no fascínio da cerimônia que me eleva...
Vai do coração ao que me ilumina a pupila em sintonia
Em feixes sensíveis emaranhados em minha anatomia
No mar de fina sensação que me percorre a tez em arrepios

È o arroubo a emergir do ato uno...
Ou mutuo na excitação do toque,
A percorrer os caminhos d’alma,
Na felicidade, que em mim habita.

Na completa devassidão do entusiasmo emocional
Onde solto os laços que me prendem a exata consciência.
Num instante do abandono d’alma...
Ao corpo inerte no finito gozo da pequena morte.

Lufague



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sexta-feira, 16 de julho de 2010

"DUVIDO, LOGO SOFRO!"


Imagem net

Quanta dúvida adorna-se do medo de errar, do conflito da decisão?
Quanta dúvida por não agir, silenciosamente é desequilíbrio?
Quanta dúvida arma-se de alternativas, e faz enlouquecer no tempo glutão?
Quanta dúvida faz morada na vulnerabilidade do ponto fraco?
Quanta dúvida alimenta-se na incerteza, na desconfiança, no receio?
Quanta dúvida perfuma-se no escrúpulo dubitável do cepticismo?
Quanta dúvida luta com as escolhas, desdém da fé e duvida de si?
Quanta dúvida Transita na ansiedade, na falta de segurança, na estagnação?
Quanta dúvida quando útil tenta nos proteger, na reflexão do certo incerto?
Quanta dúvida quando na suficiência de motivos faz acordo com a verdade?
Quanta dúvida enquanto principio de sabedoria, inteligência, é evolução?

Lufague

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