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domingo, 11 de outubro de 2009





















VIA DE ACESSO!

Seguem-se os caminhos
Caminhos pela vida ofertados
Encurvados são esses caminhos
Caminhos íngremes, estreitos e largos

Caminhos bem definidos
Indefinidos são os caminhos
Caminhos que rumam aos destinos
Destino algum tem os caminhos

Caminhos envoltos em nevoas
Misteriosos são esses caminhos
Caminhos claros de vivas cores e flores
Secas folhas púrpuras revestem os caminhos

Caminhos de raios luminosos
Obscuridades que alumiam os caminhos
Caminhos de livres e fáceis acessos
Obstáculos enfeiam os caminhos

Caminhos diversos a escolher
De ‘versos’ são os caminhos
Caminhos que criam, são poéticos
Realidades ilógicas dos caminhos

Caminhos na esfera dos horizontes
Inobserváveis são esses caminhos
Caminhos que alçam, elevam
Declináveis são os caminhos.

Caminhos que só levam
Mas,de retornos são os caminhos
Caminhos que se abrem, principiam
Finalizados são todos os caminhos

Lufague

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

VELHICE DO ABANDONO.

foto net


Vivo o que me resta, mesmo na avaria
Quero a velhice plena, de sabedoria
Numa sociedade justa de minha decência
Porque na vida sou hábil experiência.

Não quero ser seu óbice, ser empecilho
Nem o estorvo a atrapalhar, ser obstáculo
Muito menos a insapiência, incapacidade
Nem ser devoluto confesso da ociosidade

Não quero ser sinônimo de morte
Tampouco o desamparo da sorte
Nem ser abandonado na solidão
Não desejo ser objeto de cavilação

Não quero ser considerado sapato velho
Nem o remorso da violência,(é um conselho)
Não quero ser qualificado de desperdício
Nem tampouco caderno de rascunho, enguiço

Quero a merecida gratidão de colibri
Ser reconhecido ao que produzi
Quero o respeito pelas falsas ilusões
E pelos concretos que deixo, das convicções

Quero a dignidade da longevidade
Do progresso fiz parte, na possibilidade
Quero dos direitos civis, bom tratamento
Quero o amparo, respeito e reconhecimento.

De ingratidão só aceito a do implacável tempo
Por minha perecível e inegociável degradação.

Lufague

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